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Os desafios da campanha do dízimo

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“Recebei, senhor, minha oferta! Não é esmola, porque não sois mendigo. Não é contribuição, porque não precisais. Não é o resto que me sobra que Vos ofereço. Essa importância representa meu reconhecimento, meu amor. Pois, se tenho é porque me deste. Amém.” A oração do dízimo retrata bem o seu real significado: um agradecimento a Deus, um coração que reconhece a graça e a misericórdia de Deus em sua vida, devolvendo o que de Deus recebe.

E é esse gesto de reconhecimento que financia os custos de manutenção da Igreja. É através do dízimo que dioceses e paróquias conseguem manter sua estrutura física e material, desenvolvendo diversas atividades ao longo do ano, como as ações pastorais, os eventos litúrgicos, as obras sociais e todas as iniciativas que levam à evangelização. Portanto, o dízimo é essencial para a Igreja.

Atualmente, a Igreja Católica encontra alguns desafios para manter ou aumentar a participação dos fieis em suas campanhas do dízimo. Tocar o coração das pessoas, para que elas se sintam agradecidas por suas dádivas e retribuam não é fácil, afinal, esse é um sentimento que nasce espontaneamente e não deve ser imposto como uma obrigação.

Outra questão que impacta diretamente na arrecadação está relacionada ao atual cenário econômico. O período delicado, vivenciado pelos brasileiros, com o aumento da inflação, o desemprego, a recessão na indústria, a alta do dólar e a queda do poder aquisitivo, faz com que haja um recuo dos dizimistas. Até mesmo aqueles que já criaram o hábito do dízimo, começam a reduzir ou interrompem a sua participação.

A gestão desses recursos que chegam à Igreja por meio do dízimo também requer atenção. É importante ter controle, saber de ondem vem, mensurar não só a quantidade arrecadada no mês, mas quantos estão devolvendo, quem deixou de devolver ou se passou a devolver menos. Ter a visão do todo e das partes é importante para compreender quais os reais resultados da campanha para a paróquia ou diocese e quanto ainda é possível evoluir na participação.

A Pastoral do Dízimo encontra também um outro desafio. Como tornar mais acessível a participação do dizimista? É preciso facilitar para o fiel as maneiras de ele contribuir. Paróquias que recolhem o dízimo apenas nas celebrações ou na secretaria paroquial tendem a reduzir ou estagnar na participação do dizimista.

A comunicação da campanha do dízimo é fundamental para o seu êxito. Mas é preciso planejamento para elaborá-las e coloca-las em prática. Campanhas consistentes, com materiais explicativos e bem distribuídos, contribuem para abrir os corações e as mentes das pessoas para a importância do dízimo e formas de participação. Ter quem desenvolva esse trabalho e ainda faça a gestão da campanha pode ser a chave para que a campanha seja bem-sucedida, trazendo tranquilidade para a Igreja.

Para saber mais e obter dicas de organização da comunicação católica, baixe gratuitamente nosso E-book “Passo a passo para organizar a comunicação da sua instituição católica”.

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Comunicação católica: desafios para criar com qualidade e rapidez

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Se você é integrante da Pascom da sua paróquia ou diocese ou faz parte de um equipe voluntária que desenvolve trabalhos de comunicação católica para a Igreja Católica, sabe bem que produzir cartazes, panfletos, informativos e tantos outros materiais de comunicação é muito mais complicado do que as pessoas podem imaginar, certo?

Isso porque qualquer material criado para transmitir uma mensagem passa por muitas etapas até chegar às mãos dos fiéis: ideia, informações, orçamentos, criação, alterações, aprovação, impressão, envio, distribuição e pagamento dos serviços prestados. São processos que exigem tempo, dedicação e ainda apresenta riscos de erro da primeira à última fase.

A verdade é que somente aqueles que estão envolvidos nessas atividades têm a real dimensão da trabalheira que dá concluir uma demanda de comunicação católica. O desafio começa na hora de definir qual material fazer para divulgar determinada ação. Depois, é preciso produzir o texto, a chamada, a programação, enfim, o conteúdo que entrará no material. Mas, quem irá diagramar o material? E onde será impresso? Será que vai dar tempo de chegar no prazo? Será que vai caber no orçamento da paróquia?

Além de ter que solucionar todas essas equações, muito provavelmente, até que o material seja impresso ele irá passar por uma série de adaptações. Um vai e volta sem fim de e-mails, ligações e ajustes, que trazem sempre desgastes para quem solicita e para quem produz. E, pode acreditar, esse é o processo padrão de produção publicitária e não uma situação atípica.

Outra questão que deve ser levada em conta é o conhecimento das nuances católicas. Muitas vezes, a pessoa eleita para fazer o material não entende muito bem todos os significados, símbolos e palavras presentes na Santa Igreja. Esse fator gera muito retrabalho. Em outros casos, é o contrário. A pessoa é da comunidade, vivencia a Igreja, mas não tem conhecimento de comunicação para produzir um material de qualidade e, o mais importante, que comunique.

Por isso, se você vivencia essas situações na sua paróquia ou diocese e busca apoio para solucionar, com qualidade e agilidade, as demandas de comunicação católica, procure por parceiros que aliam conhecimento católico e comunicacional. Esse, sem dúvida, é o caminho mais adequado para chegar a um trabalho mais fácil e eficiente.

Quer saber um pouco mais sobre comunicação católica e como organizá-la, de forma produtiva, na sua instituição?Baixe gratuitamente nosso E-book “Passo a passo para organizar a comunicação da sua instituição católica”.

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Portal diocesano: uma poderosa ferramenta de integração

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Imagine se a comunicação da sua diocese, e de todas as paróquias que a compõem, estiverem sempre em sinergia? Imagine o quanto a diocese se fortalece ao lançar campanhas e informações para todas as paróquias? Imagine o que representa, para a diocese, conhecer e acompanhar de tudo o que está sendo desenvolvidos nas suas comunidades? Sem dúvida, dioceses que possuem um portal diocesano integrando todas as suas paróquias e comunidades estão muitos passos à frente na missão de evangelizar.

O portal diocesano, um site diferenciado desenvolvido especificamente para atender às demandas da diocese, é uma opção assertiva para integrar a comunicação de todas as instituições pertencentes à ela. Por meio dele, é possível romper as barreiras geográficas e as falhas de comunicação, que muitas vezes impedem que a diocese tenha total conhecimento das ações desenvolvidas em suas paróquias. Ao interligar os demais sites das paróquias ao portal, cada visitante tem acesso a informações de todas as suas unidades. Ganho para o fiel, ganho para a diocese, afinal, o recurso amplia a visão do todo, promovendo mais controle sobre os aspectos institucionais e comunicacionais das entidades.

Comunicar com eficiência é fator preponderante para a Igreja Católica, que tem como missão levar a Palavra de Deus aos homens. “Ide pelo mundo e proclamai o evangelho a toda criatura (Mc 16,15).”  E, hoje, com a revolução tecnológica e a emergência de uma nova cultura midiática, na qual os indivíduos são bombardeados com informações e estímulos, transmitir a mensagem de Jesus Cristo é tarefa cada vez mais desafiadora. Para as dioceses, a comunicação possui desafios ainda mais complexos, como integrar a comunicação de todas as paróquias e comunidades pertencentes a ela; ter conhecimento sobre as ações e realizações de todas as instituições que a compõem e promover unidade e se fortalecer frente à desconexão comucacional que, muitas vezes, se faz presente.

Vantagens de ter um portal diocesano:

 Credibilidade

Ter um portal bem projetado, com um bom design gráfico, navegação simples e informações bem redigidas confere a imagem de uma diocese organizada e bem posicionada frente à Igreja.

 Informações acessíveis

Segundo o IBOPE, o Brasil já possui mais de 105 milhões de pessoas com acesso à internet. Hoje, ela constitui o melhor lugar para disponibilizar informações sobre a sua instituição. O portal da sua diocese não dorme, não tem horário de almoço e não tira férias e está sempre a postos para informar os visitantes sobre todas as atividades realizadas.

Visão ampliada

Além de facilitar o acesso às informações sobre as diversas atividades realizadas pela Diocese, o portal diocesano traz para o visitante a visão total da sua dimensão territorial e área de atuação.

Divulgação

Utilizando ferramentas para integração com redes sociais e e-mail, o portal diocesano pode permitir que os visitantes compartilhem notícias e campanhas da diocese.

Dados dos Visitantes

Um portal bem estruturado pode conter formulários de contato e outras ferramentas que permitam a um visitante entrar em contato com a sua Diocese. Essas ferramentas servem também como a porta de entrada para a montagem de um banco de dados segmentado de fiéis, que podem receber posteriormente informativos ou mesmo e-mails personalizados, fidelizando assim o seu público.

Conheça um pouco mais sobre os canais de comunicação mais adequados para paróquias e dioceses, e como organizar melhor a comunicação católica, baixando gratuitamente nosso E-book “Passo a passo para organizar a comunicação da sua instituição católica”.

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O prejuízo do amadorismo para a comunicação católica

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já pensou em quanto prejuízo podemos ter quando fazemos comunicação sem conhecimento?

Assim como acontece em muitos segmentos da sociedade, gerir uma instituição católica é uma tarefa desafiadora e exige o emprego de muita energia e atenção. A atuação do bispo e do pároco vai muito além da liderança espiritual e envolve questões administrativas tão complexas quanto àquelas de entidades públicas ou privadas. Assumir uma diocese ou paróquia significa realizar a gestão de questões litúrgicas, pastorais, financeiras, contábeis, comunicacionais, entre outros tantos aspectos que impactam diretamente a sua existência e o exercício da evangelização. E, também como em outros setores, cometer erros na execução dessas tarefas pode trazer prejuízos.

Nesse contexto, a comunicação de uma diocese, paróquia, congregação, santuário ou qualquer outra entidade católica deve ganhar atenção especial, afinal, a sua eficácia impacta diretamente em todas as ações realizadas pela instituição. Pense: é a comunicação bem feita que vai garantir a divulgação das ações pastorais, das novenas, das campanhas do dízimo, entre tantas ações que necessitam do engajamento da comunidade para dar certo.

Outro ponto que deve ser considerado ao divulgar as ações da igreja está relacionado às novas formas de comunicação e interação advindas da revolução tecnológica. A popularização da Internet e a emergência avassaladora das mídias sociais exigem, cada dia mais, que a Igreja se abra para conhecer e recorrer a essa nova forma de se comunicar, sob risco de perder força na evangelização nos tempos atuais.

Por isso, entregar a comunicação da diocese ou paróquia totalmente nas mãos de quem não domina o assunto pode ser desastroso. Não que a Igreja deva abrir mão do trabalho voluntário de seus paroquianos, mas é preciso haver um cuidado no sentido de orientá-los a desenvolver a comunicação com certo conhecimento e domínio de cada processo.

Para isso, a instituição católica pode recorrer a algumas opções. A contratação de um profissional de comunicação para a paróquia pode fortalecer à Pastoral de Comunicação (Pascom)e  tem se mostrado assertiva em muitos casos. Mas em  comunicação nenhum profissional atua só. É preciso contar com a prestação de serviços de agências especializadas em comunicação católica, que estruturam, capacitam, produzem e acompanham a atuação da Pascom e das equipes de comunicação, promovendo, com sucesso, as ações da Igreja.

Para evitar erros e aprender um pouco mais sobre como organizar a comunicação da sua paróquia ou diocese, baixe gratuitamente nosso E-book “Passo a passo para organizar a comunicação da sua instituição católica”.

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Site paroquial: porque ter?

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Em um mundo globalizado, onde a atividade virtual cresce de forma estratosférica, estar presente na internet tornou-se essencial para instituições de todos os segmentos e tamanhos. Ter um site paroquial significa ter um canal institucional direto, no qual é possível encontrar as informações oficiais da entidade. Essa poderosa ferramenta possibilita a comunicação irrestrita aos mais diversos públicos e uma infinidade de recursos, podendo integrar a outros sites, atrair e manter relacionamentos. Para as dioceses, paróquias, congregações, santuários e todas as vertentes da Igreja Católica, estar presente no meio virtual é adaptar-se à realidade que se apresenta, evoluindo na missão de evangelizar.

O site é a melhor ferramenta de organização da comunicação da paróquia. Isso porque ele permite reunir, em um único local, as diversas informações geradas na paróquia e que precisam ser conhecidas pela comunidade. Páginas institucionais, que contam a história da instituição, atividades semanais, com informações de datas e locais, horários de missas, calendário paroquial, pastorais e movimentos e obras sociais são apenas alguns exemplos de conteúdos que podem ser postados em um site paroquial.

O site católico traz muitos benefícios para as pessoas que a atuam na paróquia, desafogando as demandas da secretaria paroquial, como atender o fiel em busca de informações. Ele mantém o paroquiano sempre atualizado sobre as ações da Paróquia. Nesse sentido, o fluxo de telefonemas e entrada e saída de pessoal diminui, promovendo mais tempo para quem trabalha ou é voluntário direto da Paróquia.

Outra grande vantagem oferecida pelo site é o espaço para anúncios. Dedicados aos parceiros patrocinadores, constituem uma opção a mais para arrecadação de recursos, que podem ser revertidos para a própria comunicação da paróquia. Ter um site que se mantém, ou mesmo que arrecada fundos para outras ações da paróquia, é, sem dúvida, um diferencial que deve ser considerado na hora de optar por um canal de comunicação.

Outros recursos oferecidos pelo site, como a galeria de fotos e vídeos, são bons atrativos para que o paroquiano se torne um visitante, afinal, quem não quer se ver como integrante daquela comunidade paroquial? A veiculação de notícias, com cobertura dos eventos realizados na igreja e nas comunidades pertencentes à paróquia, também contribuem para que o fiel adquira o hábito de entrar no site.

O site também pode ser um excelente canal de relacionamento, quando oferece ao usuário a possibilidade de assinar o boletim eletrônico (newsletter), que o manterá informado sobre as principais novidades da paróquia.

Lembre-se: um site bem projetado, com um bom design gráfico, navegação simples e informações bem redigidas e sempre atualizadas confere credibilidade para a sua paróquia.

Interessado em organizar a comunicação da sua paróquia ou diocese? Obtenha agora e gratuitamente nosso E-book “Passo a passo para organizar a comunicação da sua instituição católica”.

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A importância da Pascom para a evangelização

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Proclamar o Evangelho de Jesus Cristo, por meio do serviço, do diálogo, do anúncio e do testemunho de comunhão, promovendo a dignidade humana, renovando a comunidade, formando o povo de Deus e participando da construção de uma sociedade justa e solidária. Este é o objetivo existente em toda ação pastoral realizada pela Igreja Católica.

Ao longo dos tempos, muitos católicos se entregaram ao trabalho voluntário nas paróquias e dioceses, atuando de forma comprometida em atividades das pastorais Litúrgica, da Saúde, da Sobriedade, da Criança, da Juventude, entre tantas outras, desempenhando funções essenciais para que a Igreja cumpra o seu objetivo na construção de um mundo melhor. Mas entre elas, há uma que se diferencia por ter como função o auxílio às demais: a Pastoral da Comunicação.

Para compreender o papel da Pascom, vamos rever as atribuições pastorais. A Igreja Católica realiza a sua ação através de três funções pastorais: a profética, que abrange as diversas formas de ministério da Palavra de Deus, como evangelização, catequese e homilia; a litúrgica, referente à celebração dos sacramentos, sobretudo a Eucaristia; e a real, que diz respeito à promoção e orientação das comunidades, à organização da caridade e à animação cristã das realidades terrestres, englobando campos como a saúde, a solidariedade social, a educação e o meio ambiente.

Nesse contexto, fica mais fácil entender onde “se encaixa” cada Pastoral. A Pastoral da Liturgia, como o próprio nome já diz, atua na função litúrgica. A Pastoral Catequética na função profética e a Pastoral da Saúde ou Carcerária na função real. Já a Pascom permeia todas as funções, auxiliando as pastorais no desenvolvimento comunicacional das suas atividades.

A serviço das pastorais

Veja como a Pascom é definida pela CNBB: “É a pastoral do ser/estar em comunhão/comunidade. É a pastoral da acolhida, da participação, das inter-relações humanas, da organização solidária e do planejamento democrático do uso dos recursos e instrumentos da comunicação. Não é uma pastoral a mais, mas aquela que integra todas as demais pastorais”.

A comunicação está presente em todas as relações. Saber o que comunicar, para quem e como, é essencial para o sucesso de qualquer ação pastoral. Por isso, é tão fundamental para a Igreja desenvolver a Pascom na paróquia ou diocese. Através dela, as demais pastorais ganham recursos para atingir seus objetivos.

O suporte dado pela Pastoral da Comunicação vai desde o folheto da celebração litúrgica ao material gráfico distribuído pela Pastoral da Saúde para conscientizar a comunidade sobre hábitos mais saudáveis. Muitas orientações sobre quais meios de divulgação utilizar, quais materiais são melhores para determinados eventos podem, e devem, vir dos voluntários da Pascom, na medida em que essas pessoas possuem um conhecimento maior na área. Além disso, a Pascom cuida da imagem institucional da paróquia, diocese e santuário e a divulgação de todas as atividades.

Se, na sua instituição católica, ainda não há uma Pastoral da Comunicação, fomente a sua criação! Afinal, através dela, é possível contribuir para o êxito das ações da Igreja, ampliando a evangelização!

Quer mais dicas para organizar a comunicação da sua paróquia? Baixe gratuitamente nosso E-book “Passo a passo para organizar a comunicação da sua instituição católica”.

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Como obter recursos para a comunicação católica

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Você tem se  questionado como viabilizar projetos de comunicação católica da sua paróquia?

A comunicação é parte indissociável da Igreja Católica. É através da comunicação, seja ela falada ou escrita, que a Igreja se perpetua através dos tempos e cumpre a missão para a qual foi erguida: anunciar o evangelho de Jesus Cristo a todas as criaturas. Sem a comunicação dificilmente manteríamos viva e acessível a mensagem que Jesus nos deixou há mais de dois mil anos.

Ciente disso, a Igreja sempre investiu em meios de comunicação com os quais pudesse dar vazão à sua missão. Emissoras de televisão e rádio, veículos impressos, portais e websites são alguns dos canais utilizados por ela na proclamação do evangelho. Até nas celebrações, o simples folheto de missa é um coadjuvante importante para a evangelização.

Mas para manter todos esses canais em atuação é preciso recursos físicos, materiais e humanos. Assim como em qualquer veículo privado, deve-se ter os locais e equipamentos adequados, manter o fornecimento de materiais, contratar pessoal qualificado e garantir o funcionamento dessas atividades. E, para viabilizar tudo isso, tem que haver dinheiro.

A captação de recursos por meio de campanhas já é uma prática da Igreja Católica, que se mantém através das doações dos fiéis. Mas retirar parte dos recursos arrecadados para viabilizar seus projetos de comunicação pode impactar negativamente a equação de receitas e despesas da instituição.

Nesse caso, o recomendável é desenvolver campanhas específicas para a promoção dos canais de comunicação. Quando a diocese, paróquia, santuário, congregação ou qualquer instituição católica que mantém canais de comunicação convida a comunidade para participar desses projetos, ela está partilhando com o seu público a missão de evangelizar. É por isso que as iniciativas dedicadas à essa finalidade são chamadas de campanhas de sócio evangelizador.

Contar com profissionais especializados em campanhas, que apresentam recursos não somente comunicacionais mas da gestão em si, com pesquisa, planejamento, implantação de sistemas de arrecadação, geração de boletos, entre outros recursos, pode trazer resultados efetivos para a Igreja Católica.

Para obter mais orientações sobre esses e outros assuntos de comunicação católica, baixe gratuitamente E-book “Passo a passo para organizar a comunicação da sua instituição católica”.

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Criando uma marca de valor para a paróquia ou diocese

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Toda instituição católica deve ter a sua marca. É através da identidade visual que a diocese, paróquia, santuário, congregação ou qualquer outra entidade se reafirma como única entre tantas com mesmo nome, fato muito comum na Igreja. A marca é um patrimônio de alcance irrestrito e representa valores pelos quais o seu público a reconhece. Além de sinônimo de identificação é, também, a primeira mensagem transmitida pela instituição.

Uma marca desenvolvida de forma adequada possui personalidade, linguagem própria e atributos. Para se estabelecer, ser reconhecida e distinguida das demais, são necessárias integração, consistência e uniformidade em suas aplicações, diante do público e campo de atuação. Geralmente, a identidade visual tem como base o logotipo, um símbolo visual que se complementa com códigos de cores, tipografias, grafismos e outros componentes que reforçam o conceito a ser comunicado através de uma imagem.

Para desenvolvê-la, é necessário aliar conhecimento técnico, estudo das características do cliente e criatividade. O designer gráfico é, comumente, o profissional designado para criar, com competência, uma marca de peso. Ele realiza uma série de estudos e aplicações até alcançar a proposta ideal para o cliente. As etapas de desenvolvimento da marca contemplam o briefing, estudos de iconografia, tipografia e cores, composições, defesa e aprovação do cliente. Um diferencial obtido, unicamente, com profissionalismo.

Um outro aspecto do sucesso de uma marca está relacionado à sua aplicação. Ter uma identidade visual bonita e bem feita não é suficiente para que ela cumpra as suas funções. A forma com a qual é aplicada também influencia nos seus resultados. Por isso, é fundamental ter o seu manual, um guia prático com as principais orientações de aplicação: tamanhos grandes, reduzidos, em fundo colorido, texturas, em preto & branco, entre outras situações nas quais a marca será utilizada.

Portanto, para desenvolver uma marca de valor, melhor abrir mão do amadorismo e investir em profissionais capacitados. Somente assim você irá garantir a criação de uma marca tão valiosa quanto a instituição que ela representa.

Para saber um pouco mais sobre a importância de uma marca para as instituições católicas e outros aspectos da comunicação católica, baixe gratuitamente nosso E-book “Passo a passo para organizar a comunicação da sua instituição católica”.

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Vale a pena manter um jornal paroquial?

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Nos dias de hoje, ter um jornal paroquial para comunicar aos fiéis as notícias e informações relativas às atividades da Igreja é fundamental. Horários de atendimento, celebrações, calendário litúrgico, eventos, realizações pastorais, campanha do dízimo e de benfeitores, entre outras ações, precisam chegar até pessoas. Afinal, os recados dados no encerramento da Missa não são mais suficientes. Mas será que ter um veículo impresso atenderia os objetivos de comunicação da paróquia?

Para as instituições católicas que já adotam um meio de comunicação impresso, seja ele informativo, jornal ou revista, a resposta é unânime: sim, ter um veículo próprio contribui, e muito, para o fortalecimento da paróquia, ampliando a evangelização. Nas páginas de um veículo próprio, é possível ir além da divulgação, aprofundando em assuntos, estimulando reflexões, formando e mobilizando fiéis.

Há casos em que o impresso de uma instituição católica se consolidou de tal forma que tornou-se referência para a sociedade em geral, independente da comunidade a qual pertence. E, engana-se quem acredita que ele entrará para a lista de despesas da paróquia. Um veículo bem conduzido pode se tornar autossustentável, através da gestão de anúncios, mantendo patrocinadores fixos e satisfeitos em contribuir.

Em função das suas características, o jornal paroquial se torna sempre o principal porta-voz da instituição. Por isso, para a sua produção é fundamental combinar dois importantes fatores: o envolvimento de quem vivencia a realidade e a espiritualidade local – integrantes da comunidade, voluntários da Pastoral da Comunicação – e a seriedade do conteúdo abordado, visto que ele será lido e interpretado como palavras irrevogáveis da Igreja.

O fato é que o jornal impresso é realmente uma opção eficiente para alcançar o público, também, da Igreja. E mais: produzidos e distribuídos de forma correta, é bem provável que ele se transforme em um verdadeiro agente pastoral.

Se quiser saber um pouco mais sobre boas opções de veículos de comunicação para paróquias e dioceses, além de outras dicas de comunicação católica, baixe gratuitamente nosso E-book “Passo a passo para organizar a comunicação da sua instituição católica”.

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Como fazer a comunicação católica dar certo?

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O mundo mudou. As relações mudaram e as formas de se comunicar também. Alcançar o público que se deseja, comunicar de forma clara, informá-lo e engajá-lo em ações desejadas são ações cada vez mais desafiadoras, para qualquer instituição, até mesmo para a Igreja Católica, que tem em sua história a comunicação como um pilar indissociável à evangelização.

Nesse contexto, não é possível usar a receita que, um dia, atendia. Não há mais espaço para atuar intuitivamente, “achando” que esse ou aquele jeito vai dar certo. Claro que as iniciativas e boas intenções são sempre bem-vindas, principalmente, na Igreja, que depende da ação voluntária para desenvolver as suas funções pastorais. É que não dá mais para arriscar a realização de uma festa de padroeiro, de uma campanha de arrecadação, tão fundamental para a manutenção da paróquia, a evangelização em si, promovendo essas iniciativas de forma amadora.

A Igreja sempre buscou recursos humanos dentro da própria instituição para sanar as questões de comunicação: sacerdotes com formação na área. Hoje, eles já não são suficientes para atender a demanda, frente a uma realidade com novas tecnologias e vez mais bombardeada por informações. Ao abrir-se para a profissionalização da comunicação, por meio de parceiros, a Igreja fomentou o surgimento de agências do segmento católico. Hoje, esses profissionais atuam no desenvolvimento do jornalismo, da publicidade, das relações públicas, das mídias sociais e outras vertentes da comunicação, contribuindo para o fortalecimento da Igreja e suas realizações.

Mas ao buscar a ajuda profissional para desenvolver a comunicação católica, é importante estabelecer parcerias e não serviços. A intenção não deve ser transferir o desenvolvimento da comunicação para terceiros, afinal, toda a espiritualidade, a vivência em comunidade, a essência do carisma deve estar presente na comunicação. Esse é seu grande diferencial. Assim, a melhor opção são aqueles que irão formar os voluntários, acompanhando-os e dando todo o suporte para que a paróquia ou diocese realize uma comunicação que é, sobretudo, a sua essência. Afinal, é nessa comunicação que a evangelização acontece.

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